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Myfreesport.fr – Toutes les infos myfreesport.fr -
1 days ago
img
src="http://www.myfreesport.fr/commun/n120x90/f8/carlos-tevez-attaquant-argentin-manchester-united.jpg"
alt="" border="" align="left" /Scotché au banc de Manchester United, Carlos Tevez
désire rejoindre le Real Madrid. Selon Marca, il a donné son accord aux Merengues
pour entamer les négociations avec la société MSI à laquelle il
appartient.br clear="left"/
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Remixtures -
1 days and 2 hours ago
A Apple é uma máquina de disseminar rumores e boatos sobre tudo e mais alguma
coisa. Há cerca de dez dias atrás, alguns blogs especializados em Macs fizeram
espalhar a mensagem de que a Sony Music Entertainment (ex-Sony BMG) estaria
prestes a chegar a um acordo com a marca da maçã para a
comercialização de todo o seu catálogo na loja online do
iTunes num formato sem DRM.
Desta vez, a CNET (via Distorted
Loop) foi ainda mais longe e cita fontes confidenciais que indicam que a Apple se encontra
actualmente em negociações com as três das quatro majors que
ainda faltam para a distribuição de ficheiros sem
protecção anti-cópia a partir do iTunes. Segundo o artigo, embora a
maioria das conversações se encontre ainda numa fase muito preliminar, uma
das grandes editoras está prestes a celebrar um contrato final. Contudo, a fonte da CNET
não confirmou se se tratava ou não da Sony.
Apesar da Apple ter lançado a
sua secção iTunes Plus de música desprotegida em Maio de 2007 de
modo a vender ficheiros AAC com um bitrate de 256 Kbps (o dobro da qualidade das faixas
normais com DRM), até agora a EMI foi a única das quatro grandes que decidiu aderir
ao serviço. Inicialmente, o preço de cada faixa era de 1,29 euros mas em Outubro de
2007 a
Apple desceu o preço para 99 cêntimos e aproveitou para acrescentar o
catálogo de algumas editoras independentes.
Enquanto isto, as outras três grandes discográficas foram assinando contratos de
distribuição de música sem DRM com uma série de outras
concorrentes da Apple como a Amazon, 7Digital, Napster, Wal-Mart. Mas como isso não
foi suficiente para diminuir significativamente a quota de mercado do iTunes no sector da
música digital, as majors parecem agora estar prestes a dar o braço a
torcer. Será que é desta?
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Remixtures -
1 days and 19 hours ago
Querem uma boa receita para gerar hype até mais não em torno de uma
startup que vende serviços de marketing online para músicos e
artistas que não querem saber ou não sabem nada de redes sociais,
blogs e widgets? É fácil. Basta ser amigalhaço dos
bloggers mais influentes de Silicon Valley e dar uma conferência repleta de
clichés repetitivos do tipo “As editoras morreram!” que
não apresentam qualquer solução para os problemas da
esmagadora maioria dos músicos e bandas em início de carreira que querem que as
suas músicas cheguem a um número suficiente de pessoas via MySpace, YouTube,
Last.fm, etc. - ou seja, basicamente milhões de artistas esfomeados espalhados por
todo o mundo.
Exemplos? “O Poder passou das mãos da editora para o artista”,
“Artistas: façam um contrato de 360 graus com vocês próprios”,
“Não há nada de errado com o negócio da música.
Há algo de errado com o negócio de CDs.” Está bem, esta última
frase não é da autoria de Ian Rogers mas sim de Chuck D. dos Public Enemy
mas vocês percebem a mensagem: o velho modelo centrado na venda de CDs e suportes materiais
fabricados em massa a um custo elevado que exigia o recurso a intermediários como as
editoras discográficas está a morrer para dar lugar a um novo modelo centrado numa
relação directa entre o artista e o fã. Daí que
não interessa para nada saber se o crescimento das vendas digitais compensa ou
não a quebra das vendas físicas.
Rogers é aquele geek de oculhinhos que saiu do Yahoo Music para se tornar
director executivo da TopSpin Media, uma empresa sobre a
qual já escrevi aqui
e aqui que
fornece soluções tecnológicas como sites, widgets e
subscrições para uma nova classe média de artistas que
estão fartos de estarem agarrados a contratos restritivos com editoras
discográficas e querem enveredar pela autopublicação ao estilo
Radiohead e Nine Inch Nails - que curiosamente usaram os seus serviços para distribuir
The
Slip -, assim como para os artistas em início de carreira que não
sabem para onde se virar.
No início deste mês, Rogers fez uma apresentação durante a
conferência GRAMMY Northwest MusicTech Summit 2008 e
esta semana ele disponibilizou no blog da
TopSpin o texto e os slides. A coisa
foi divulgada pelo
TechCrunch, o que gerou um rol de comentários tanto a favor como contra a
visão optimista e utópica de Rogers.
Para além da retórica muito “Web 2.0″ que impregna todo o texto,
podemos encontrar no discurso de Rogers alguns vislumbres do que ele considera ser essa nova
classe média musical. Um dos exemplos que ele dá é o de Everything That Happens Will Happen Today, o
novo disco de David Byrne e Brian Eno que como eu refere
aqui foi distribuído inicialmente apenas por via digital através do
site e por intermédio de um widget que podia ser copiado e colado em
qualquer página da Web. Os utilizadores puderam não só escutar todas
as músicas completas do álbum como também descarregar um MP3 em troca da
cedência do endereço de email e comprar o disco no formato digital, digital
+ CD ou digital + caixa.
A experiência correu bastante bem: 50 dias após o lançamento após o
início, o projecto já tinha alcançado o equivalente em receitas brutas ao
adiantamento que uma editora tradicional pagaria pelo disco, dias antes do disco chegar ao iTunes
e à Amazon e semanas antes dos CDs começarem a ser distribuídos. Outro
indicador favorável diz respeito à campanha de marketing permissivo via
email: 50 por cento das pessoas que receberam mensagens abriram-nas e 37 por cento das
vendas tiveram origem nos emails. Melhor ainda: 20 por cento do número de
reproduções das músicas resultaram em compras.
Mas não será um pouco desonesto usar o nome de David Byrne e Brian Eno como
um exemplo para o futuro da indústria musical, tendo em conta que se tratam de artistas
com uma carreira consolidada com o apoio das grandes editoras? De forma a combater este
argumento, Rogers dá ainda o exemplo de Joe Purdy, um
artista relativamente desconhecido nos seus 20 e muitos anos que conseguiu comprar uma casa
apenas à custa de 650 mil singles vendidos no iTunes.
A questão é que Purdy é, tal como Jonathan Coulton e Brad
Sucks, um caso de sucesso entre milhões que lutam pelo mesmo objectivo.
É claro que a diminuição dos custos de
composição, gravação e promoção de
músicas permitem já hoje em dia que qualquer pessoa crie os seus temas num
computador portátil a partir do seu quarto e os divulgue no MySpace, Last.fm, SoundCloud,
Jamendo, VIRB, ReverbNation, YouTube, etc. Mas isso apenas significa que o nível de
concorrência irá aumentar significativamente. Quem não usufruir do
apoio da máquina de marketing de uma editora ou marca (operadora
ou
fabricante de telemóveis, bebida
energética,
desodorizante, etc.) não será pura e simplesmente ouvido.
O que a Internet oferece aos artistas desconhecidos é a promessa de construir uma
audiência global e de tirar partido das oportunidades onde quer que elas se encontrem sem
ser necessário ficar acorrentado durante anos a fios a uma empresa que está mais
interessada em criar valor para os seus accionistas do que na arte. Mas como Bruce Houghton
refere no Hypebot, para chegar a
tal terra prometida por Ian Rogers e outros gurus da Web 2.0 é preciso trabalhar muito,
esforçar-se muito e é também preciso estar ciente de que nem sempre o
sucesso acaba por bater à porta. Mas há definitivamente espaço para uma nova
classe média musical que quer ter apenas o suficiente para viver condignamente, sem ter
pretensões de fazer fortuna.
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Directo Al Paladar -
2 days and 1 hours ago
pimg src="http://img.directoalpaladar.com/2008/11/chinchilla-bodega-vinedos.jpg" class="centro"
alt="vinos chinchilla, viñedos"/p pEstos días atrás, por motivos de trabajo,
he pasado unos días por la Serranía de Ronda, una de las comarcas malagueñas
con más encanto. Como tenía algún tiempo libre he aprovechado para visitar
algunas de las nuevas bodegas que han surgido en los últimos años, fruto del esfuerzo
e ilusión de personas como emJosé María Losantos y Gema Alonso/em, a la que
agradezco me recibiera tan amablemente en su a
href="http://www.chinchillawine.com/index.html"Bodega Doña Felisa/a, situada en los
alrededores de Ronda, Málaga, enmarcada por un bello paisaje de encinares./p pEn un proyecto
personal admirable, esta pareja ha creado una bodega de cuidado diseño, con modernas
instalaciones, rodeada de los viñedos en los que se cultivan varias cepas,
strongTempranillo, Cabernet Sauvignon, Merlot y Syrah/strong, bien conocidas por los amantes del
vino y que se adaptan a la perfección a estos terrenos arenosos, de buen drenaje, en una
finca situada a más de strong800 metros/strong de altitud, con una orientación
soleada y noches frías, propias del clima serrano./p pSus vinos se llamanstrong Chinchilla
/strongen honor a la finca donde se ubican los viñedos, que se recolectan a mano con el
máximo respeto del medio ambiente. Después de la fermentación controlada pasan
a botellas, para el vino joven, o a strongbarricas de roble francés/strong, de gran calidad
y tostado medio. Tras la crianza en barrica se dejan en botella unos meses para que al salir al
mercado el vino esté en su plenitud y listo para su consumo.br !--more--/p pimg
src="http://img.directoalpaladar.com/2008/11/chinchilla-bodega-crianza.jpg" class="centro"
alt="vinos chinchilla, crianza"br Entre sus marcas más destacadas encontramos un
monoparietal strongChinchilla Cabernet 2004/strong, con una producción de 7000 botellas, y
12 meses de crianza en barrica de roble francés. Otro de sus vinos es el strongChinchilla
Seis+Seis 06/strong, de uvas Tempranillo y Syrah, de 13º, con una crianza de 6 meses en
barrica y el strongChinchilla 2005/strong, Cabernet Sauvignon, Merlot y Tempranillo, con 12 meses
de crianza. Este último me gustó especialmente en la cata, un vino suave de entrada,
muy aromático y redondo. /p pOtro punto a favor de estos excelentes caldos es que, a pesar
de una producción selecta, los precios son ajustados (13 euros el Chinchilla 2005), con una
strongexcelente relación calidad/precio./strong Además, José María,
co-propietario y enólogo de la bodega, imparte strongcursos de iniciación a la
cata/strong, los sábados por las mañanas, en la misma bodega, en grupos limitados y
previa reserva al 951 166 033. Una buena excusa para pasar un agradable y diferente fin de semana
en la bella ciudad de Ronda. Yo pienso apuntarme./p pimg
src="http://img.directoalpaladar.com/2008/11/chinchilla-bodega-sala-catas.jpg" class="centro"
alt="vinos chinchilla, catas"br Bodega “Doña Felisa”, SL.bra
href="http://www.chinchillawine.com/index.html"http://www.chinchillawine.com/index.html/abr Cordel
del Puerto al Quejigal s/nbr Aptd. Correos 432br 29400 Ronda (Málaga)br Tel./Fax: +34 951
166 033br Tel.Movil: +34 606 945 937/p pMás información | a
href="http://www.chinchillawine.com/index.html"Chinchillawine.com/abr En Directo al Paladar | a
href="http://www.directoalpaladar.com/2008/09/28-fiesta-de-la-vendimia-en-el-antiguo-lagar-de-torrijos-malaga"Fiesta
de la Vendimia en el antiguo lagar de Torrijos, Málaga/abr En Directo al Paladar | a
href="http://www.directoalpaladar.com/2008/03/23-paseo-por-la-axarquia-de-malaga-el-lagar-de-daimalos-vino-moscatel"Paseo
por la Axarquía de Málaga. El lagar de Daimalos, vino moscatel/abr En Directo al
Paladar |a href="http://www.directoalpaladar.com/2008/09/20-la-vendimia-en-los-montes-de-malaga" La
vendimia en los montes de Málaga/a/p pa
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src="http://feedads.googleadservices.com/~a/9b2HMzF9k63PyhSdeXq0nPzOJew/i" border="0"
ismap="true"/img/a/pdiv class="feedflare" a
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src="http://feedproxy.google.com/~r/directoalpaladar/~4/FxfMCL4UkxU" height="1" width="1"/

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Sports.fr -
2 days and 3 hours ago
Après Roberto Mancini et Michel, le nom de Carlo Ancelotti est évoqué au Real
Madrid pour remplacer Bernd Schuster, en situation bancale, selon le quotidien sportif Marca.
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Error500 - Tecnología + Internet + Conocimiento -
2 days and 8 hours ago
pimg src="http://www.error500.net/images/articulos/hulu.jpg" title="Hulu" alt="Hulu"
class="centro_sinmarco"//p pbEl gran temor de las empresas de medios es que las "empresas de
internet" les peguen un buen bocado en la cuenta de ingresos captando gran parte del mercado de la
publicidad/b, cuando toda la industria de los contenidos esté íntegramente en la red.
No es infundado, es algo que en la red está ocurriendo y que está ayudando a los
ingresos de las divisiones online sean todavía pequeños comparados con los que
generan medios tradicionales por lector. Las empresas de medios tienen altos costes de
producción y un tráfico limitado por el número de productos que pueden
ofrecer, mientras que las empresas de internet plantean plataformas que escalan y por tanto captan
mucho más tráfico. En el primer grupo podemos considerar a los Conde Nast, Prisa,
Vocento, Unedisa... en el segundo tenemos propuestas como las de Google, Menéame o Tuenti.
/p pEn el vídeo por internet esta dicotomía se ejemplifica en strongHulu/strong como
servicio controlado de contenido premium y a href="http://es.youtube.com/weblogssl"Youtube/a como
plataforma de vídeos compartidos por los usuarios. El primero sigue la lógica de las
empresas de medios (contenido costoso de generar y por tanto escaso, tráfico limitado) y el
segundo el de las empresas de internet (plataforma que escala, nivel de tráfico brutal).
¿Qué está sucediendo ahora mismo? Según a
href="http://www.ft.com/cms/s/0/74ab11da-b415-11dd-8e35-0000779fd18c.html?nclick_check=1"Financial
Times/a, Youtube generará unos 100 millones de ingresos en Estados Unidos con 83 millones de
usuarios únicos, mientras que strongHulu/strong llegará a 80 millones de
dólares con apenas seis millones de usuarios únicos. ¿Conclusión?
strongEl CPM del contenido premium frente al de usuario/strong no admite comparación a
día de hoy, las marcas siguen queriendo anunciarse más en "House" que en a
href="http://www.youtube.com/watch?v=OmgYYTZzxbw"contigo no bicho/a. El pago por mil impresiones es
muy superior, aunque tenga el mismo CTR (usuarios que hacen click) y eso hace que las empresas de
internet estén buscando fórmulas para otro tipo de publicidad (véase a
href="http://www.error500.net/publicidad-hacia-informacion-tendencia-2008"la publicidad hacia la
información/a).br / !--break--br / Este es el motivo por el que strongGoogle quiere
películas, programas de televisión y series en Youtube/strong, además de
reforzar su rol como canal de distribución de los "nuevos medios de internet". Buscan
acuerdos con grandes productoras del cine y la televisión para ofrecer sus contenidos,
así como con los nuevos videoblogs. Claro que esto requiere negociar, gestionar y vender el
inventario casi individualmente... algo más propio de una empresa de medios, que no escala y
que sigue sin ser un modelo de negocio para el gran grueso de los contenidos de Youtube. Lo que
lograron en su momento con la publicidad contextual, todavía están lejos de
inventarlo para el vídeo online, a
href="http://www.error500.net/articulo/youtube-cobra-por-visibilidad-en-su-plataforma"aunque lo
intentan/a, está por diseñar un sistema que por un lado compense al creador del
contenido (que no necesariamente es el que lo ha subido), ofrezca valor a los usuarios y convenza a
las empresas para poner su marca ahí./p p2009 se perfila como un año interesante, con
un mercado publicitario a la baja en medios tradicionales, estos van a sentir la urgencia de migrar
con mayor celeridad a internet, siguiendo a los usuarios y a los ingresos por publicidad. Algunos
empezarán a plantear estrategias más propias de empresas de internet, otros
seguirán apostando por el valor de marca y el contenido premium, algo que compartirán
con los medios nativos de la red. Mientras las empresas de internet seguirán buscando
fórmulas para que la publicidad en sus plataformas tenga el valor añadido suficiente
como para justificar que también pueden acceder a este mercado de publicida premium./p
pArtículos relacionados:/p ul lia
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href="http://feedproxy.google.com/~f/error500?a=DldaEsdI"img
src="http://feedproxy.google.com/~f/error500?d=43" border="0"/img/a a
href="http://feedproxy.google.com/~f/error500?a=QBFhR0bZ"img
src="http://feedproxy.google.com/~f/error500?d=50" border="0"/img/a a
href="http://feedproxy.google.com/~f/error500?a=6e3YE5im"img
src="http://feedproxy.google.com/~f/error500?d=152" border="0"/img/a a
href="http://feedproxy.google.com/~f/error500?a=UywH1qJb"img
src="http://feedproxy.google.com/~f/error500?d=596" border="0"/img/a /div

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