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Para além da MPAA, da IFPI e da RIAA outra sigla tristemente célebre para os
partilhadores é a da CRIA, a Associação da Indústria
Discográfica Canadiana. Esta organização que representa os interesses
das grandes companhias discográficas tem se dedicado nos últimos anos a perseguir
alguns dos maiores trackers e sites de BitTorrent do mundo, como o
Demonoid em Setembro de 2007 e o QuebecTorrent
em Julho deste ano.
O alvo mais recente da CRIA foi o Isohunt. Em Maio deste
ano, os anti-piratas canadianos enviaram uma intimação a Gary Fung, o
fundador do site de BitTorrent, onde ameaçavam interpor uma
acção legal e exigir 20 mil dólares canadianos de
indemnização por cada música disponibilizada sem
autorização dos respectivos detentores de direito, caso ele
não encerrasse imediatamente o site.
Mas ao contrário do que aconteceu com os responsáveis do Demonoid que se deixaram
amedrontar pelas tácticas beligerantes da CRIA, Gary Fung não deu o
braço a torcer e optou em vez disso por ripostar com a instauração de
uma acção legal na sexta-feira passada contra a CRIA num tribunal da
Columbia britânica onde defende que tanto o IsoHunt como o TorrentBox e Podtropolis - sites que pertencem igualmente à
empresa de Fung - não cometeram qualquer infracção aos
direitos de autor.
Com este processo, Fung pretende demonstrar legalmente que os motores de pesquisa de BitTorrent
não devem ser responsabilizados por ficheiros torrent que poderão
permitir descarregar conteúdos protegidos por direitos de autor. Na
petição, a equipa de advogados do IsoHunt explica também em pormenor
o funcionamento do protocolo de P2P BitTorrent.
Fung defende que o IsoHunt, tal como a maioria de sites de torrents, funciona da mesma forma que
um motor de pesquisa como o Google que permite que o utilizador encontre o ficheiro que pretende
sem que o intermediário intervenha de qualquer forma naquilo que vai encontrando pela Web
fora.
Para além disso, qualquer pessoa pode também encontrar e descarregar torrents
através do Google. Para tal, basta introduzir o nome do ficheiro seguido de ext:torrent.
Aliás, o IsoHunt sempre aceitou todos os pedidos de remoção de
links para ficheiros torrent enviados por detentores de direitos. O que acontece
é que neste caso a CRIA ignorou pura e simplesmente isso.
Este será sem dúvida uma excelente oportunidade para avaliar se os motores de
pesquisa de BitTorrent são ilegais ou não. A par com a CRIA, o
IsoHunt encontra-se também a braços com um processo instaurado pela MPAA.
Uma das funcionalidades que eu mais gosto no Last.fm é a
secção de vizinhos (neighbours) que me
permite descobrir música nova com base nos hábitos musicais de outras pessoas com os
mesmos gostos que eu. O uPlayMe é uma
aplicação concebida para o Adobe Air para Windows e Mac que amplia esse conceito
através de um sistema de monitorização permanente dos nossos hábitos de
consumo de media.
Depois de instalada, a ferramenta regista tudo o que ouvimos em programas como o iTunes, WinAmp,
Windows Media Player e sites como o YouTube,
Last.fm, Metacafe,
CBS Radio, Pandora e
Hulu (estes dois últimos não estão
disponíveis fora dos Estados Unidos) a partir dos navegadores Internet Explorer (6 e 7) e
Firefox (2 e 3).
Em seguida, mostra-nos uma lista dos outros utilizadores que estão a ouvir ou a ver o
mesmo que nós e recomenda-nos músicas e vídeos que ainda não
conhecemos. A partir do momento em que nos tornamos “amigos” dessas outras pessoas,
temos também acesso ao seu histórico de músicas e vídeos. Do mesmo modo,
temos também igualmente a hipótese de ouvir pequenos excertos desses conteúdos.
Existe ainda a possibilidade de divulgarmos no nosso blog ou em páginas de redes
social quais as últimas músicas e vídeos que escutámos/vimos através de
um widget.
É claro que isto pode parecer muito assustador - eu acho que é algo assustador que um
“desconhecido” tenha acesso a tanta informação pessoal sobre
mim… -, mas existe sempre a possibilidade de eliminar do nosso histórico
conteúdos que possamos considerar comprometedores.
Dentro em breve, a uPlayMe irá também permitir que pessoas que não desejam
instalar a aplicação recebam notificações via email
informando-nos do que o que é que os nossos “amigos” estão a ouvir ou
ver. Nos planos desta empresa que desde o final de Julho conta como director executivo Dan Pelson
- até então vice-presidente sénior da Warner Music, editora que também
já tinha
investido anteriormente uma soma não identificada nesta rede social de música
- está também um sistema de alertas por email de concertos das bandas
favoritas do utilizador a realizar proximamente nas suas redondezas.
Actualmente, para além de uma percentagem recebida por cada compra de músicas
concretizada através de links incorporados na aplicação e pela
venda de bilhetes para concertos, a principal fonte de receitas da uPlayMe assenta na
publicidade. Outras ferramentas de recomendação que também exigem a
instalação de uma aplicação para desktop e inspeccionam
o que ouvimos no iTunes são o The
Filter e o
MyStrands.
Vous les avez peut-être vues ces pochettes, vous les avez dédaignées, moches,
vulgaires, attrape-nigauds pour amateurs de vibrations latines hard-discount, pas vous quoi. Vous
avez vu juste : ces gens-là ne sont pas des purs latinos. Et c'est peut-être encore
meilleur.
Sous ses airs latino, les
Chakachas était en fait un groupe de musiciens belges, formé à la fin
des années 50 par un certain Gaston Bogaert, percussioniste et arrangeur. Avec leur
chanteuse d'origine cubaine Kari Kenton, le groupe s'engouffre dans la vague Mambo - Cha cha cha
qui déferle sur l'Europe et décroche vite un hit, Eso es el
amor, en 1958. Les enregistrements se succèdent d'abord à un bon rythme puis
s'espacent lorsque la vague s'essouffle, au début des années 60. Le groupe
disparaît quasiment des bacs après 1965 pour connaître une renaissance
curieuse quelques années plus tard, avec le hit international Jungle
Fever. Voyons, un monstre pré-disco, tout en râles et beat lourd, des congos,
un riff de guitare funky inoubliable, une flûte purement blaxploitation ... Vous calez ?
Laissez moi vous rafraîchir
la mémoire.
Sorti en 1970, l'album
dont est tiré Jungle Fever (relégué en toute fin
d'album) réactive sans complexe le délicieux exotisme des Chakachas
du début, mais il le fait sur des rythmiques body-buildées débordantes de
percussions, aguichantes et audacieuses. Il ne fallait pas être latino, pour touiller ainsi
sans respect Mambo, funk et exotica dans le seul but de faire danser. Ca tombait plutôt
bien, les Chakachas étaient belges (L'album est en écoute sur Deezer).
En dépit de son clin d'oeil à la lascivité de Jungle
Fever, la compilation que j'ai trouvée la semaine dernière ne contient aucun
titre de la période 70's des Chakachas. Sous un packaging
qui traduit bien dans quelle estime le label tient leur oeuvre, elle rassemble en fait un grand
nombre des titres enregistrés par le groupe durant sa première période,
celle du "typique". Et il n'y a pas à le regretter, car leur approche iconoclaste et
ludique tout entière dédiée à la danse y fait des merveilles.
Via Cubadate
de 1959. J'ai du mal à y croire.
On ne peut pas parler des Chakachas sans évoquer celui qui
signe plusieurs des titres de l'album Jungle Fever et dont les
Chakachas furent un temps le backing band, j'ai nommé
Nico
Gomez. Derrière ce nom de scène de pure essence latino se cache en
fait un musicien, compositeur, arrangeur, orchestrateur Néerlandais qui s'installe
à Bruxelles en 1947 pour échapper au service militaire. Il est le père du
rockeur belge Raymond
Van Het Groenewoud.
Nico Gomez a sévi avec avec son orchestre dans les circuits
spécialisés et enregistré pour d'obscurs labels. Ses compositions et
versions de standards sont de la chair à compilation cheap comme celle que j'ai
trouvée chez Emmaus, en pleine collision entre standards Bossa-Nova, compositions
personnelles et standards cubains. Car Nico Gomez, comme les
Chakachas, ne cherchent pas à faire authentique. Ils ne sont
pas cubains, ni brésiliens, ni même latins mais n'en conçoivent aucune
culpabilité. Pour les gens auxquels leur musique s'adresse en premier lieu,
l'authenticité n'est pas une valeur primordiale.
Débarrassée de toute obligation d'être vraie, leur
ré-interprétation de la musique latine devient un genre en soi, avec une signature
sonore particulière et surtout, une efficacité que n'atteignent pas toujours les
modèles originaux. Car Nico Gomez et ses accompagnateurs
sont des bons, des pros formés sur le circuit commercial qui savent faire monter une
mayonnaise rythmique et jongler avec les saveurs authentiques en maîtres es-synthèse
latine. Le résultat est un morceau comme Aquarela, une composition
de Nico Gomez qui se rattache immédiatement à l'Amérique du Sud sans
s'inscrire dans aucun folklore.
Et la confusion devient totale lorsque La Lupita, un des morceaux phare du culte Ritual, se
retrouve aux côtés de Jorge Ben et
Orlandivo dans l'excellent premier volume des Brazilian Beats, sorti chez Mr Bongo
en 1999. Ritual, le morceau titre, s'est lui retrouvé compilé
sur Club Africa.
Dans le même temps, il est frappant de constater à quel point le traitement de ce
Samba de uma nota soqu'apprécie
tant Oliver Wang de Soul-sides rappelle
beaucoup le style de Ed
Lincoln, un pur brésilien celui-là, travaillant dans les mêmes circuits
que Nico Gomez, ceux des corps qui dansent et qui suent.
Já aqui escrevi sobre vários serviços grátis que permitem descarregar
directamente os ficheiros associados a torrents através de um navegador da Web sem ser
necessário instalar uma aplicação especializada de BitTorrent como o
uTorrent. BitLet, Torrent2Exe
e TorrentRelay
são algumas dessas soluções muito cómodas e ainda por
cima de borla que não exigem quaisquer conhecimento técnicos.
Infelizmente, contudo, existem sempre alguns piratas na verdadeira acepção
da palavra que aproveitam sempre para ganhar alguns cobres à custa do comodismo dos
utilizadores, cobrando pelo acesso a conteúdos protegidos por direitos de autor. Ora, nos
dias de hoje isto é o mesmo que estar a pedir complicações com a
IFPI, AFP e outras organizações de combate à pirataria.
Através do TorrentFreak,
tive conhecimento de um novo serviço denominado Instant-Torrents que permite descarregar torrents a partir de
servidores remotos. A vantagem é que os utilizadores podem também encontrar e
partilhar torrents com outros membros através de uma espécie de rede privada. Isto
porque quando descarregamos os torrents que pretendemos, estes torrents podem ser acedidos e
baixados por terceiros. Ou seja, na prática os ficheiros ficam alojados nos servidores e
disponíveis para os outros até que o montante de dados enviados corresponda ao
mesmo montante de dados recebidos. Isto permite respeitar o rácio entre uploads e
downloads exigido por trackers privados.
Só que para usufruir destes benefícios e fazer download dos torrents para
o nosso PC somos obrigados a subscrever um serviço “seguro” de Rede Virtual
Privada (VPN) chamado Ivacy que custa 50 cêntimos por cada Gigabyte ou dez euros ao
mês por uma conta que dá direito a uma largura de banda ilimitada. É certo
que existe também uma conta grátis para quem pretenda apenas experimentar o
serviço e que dá direito a um Gigabyte, mas mesmo assim considero
não só ilegal mas também imoral cobrar por um serviço como
estes.
E depois, é ainda necessário descarregar e instalar o software de VPN
Ivacy Monitor. Para além disso,
convém notar que apenas se pode ter um máximo de cinco torrents a correr em
simultâneo e que todos os torrents devem ser descarregados para o nosso PC no prazo de 20
dias. Como não existem limites de tamanho para cada torrent, os utilizadores que
descarregarem torrents de maiores dimensões irão receber um
email a avisar-lhes quando é que o download foi concluído.
Brazil got used to being recognized for it's Internet savvy and large population
of early web-adopters. Nevertheless, or maybe exactly because of that, the country is rapidly
becoming a haven for novel and inventive models and tactics of Internet censorship.
This time, the weird news sprouts from the state of Minas Gerais, where governor Aécio Neves
is carefully preparing himself to run as presidential candidate in 2010, when Lula leaves office.
In the midst of country-wide municipal elections, the opposing online journal ‘Novo Jornal'
was taken down by state level prosecutors — the Public Ministry
— on (refuted) charges of anonymity.
Truth is that the Brazilian
Constitution sets up an unusually twisted situation, especially for online speech: free
expression of thought is assured in the same paragraph where anonymity is formally forbidden.
Still, the seizure of ‘Novo Jornal' is calling the attention of the blogosphere for the
inventive strategy of using state level prosecutors and cybercrime allegations to immediately
take down an informative website without the proper legal process. Blogs are also pointing out
the fact that the mainstream media has been silent about the case — in what has started to
appear as a pattern when it comes to negative coverage on Aécio Neves.
The matrix-like display forced upon ‘NovoJornal's web page sets the tone.
This page is suspended by a legal precautionary measure and
the site content is being analysed for criminal evidences
State Prosecutors on the Combat of Cybercrimes
A justificativa do MPE, retirada do site do jornal O Tempo: “Instaurado o Procedimento Investigatório
Criminal, constatou-se que não há identificação do
responsável pelo site - que se intitula jornal, fato que fere frontalmente a
Constituição Federal que prevê que é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato, além da Lei de
Imprensa, que se aplica à Internet”… Independente de lados políticos,
postura jornalística, anonimato ou não, o que percebo é que os braços
da censura estão à solta, e a História mostra que eles costumam ser usados
por aqueles que estão no poder, poucas vezes com boas razões. Mais do que
apoiar ou condenar, é preciso ficar de olho, fiscalizar. Pensando bem, não era
essa a função do Ministério Público - e, em outra esfera, da
imprensa? E
tem gente que pensa que calice é coisa do passado - NaRua.org
The State Prosecutor's consideration is stated on O Tempo's website: “Once the criminal
investigation procedure started, it was found that there is no identification of who is in charge
of the site — which labels itself as a Journal — incurring in a frontal violation of
the Federal Constitution, which guarantees the free expression of thought but forbids anonymity,
and also the Press Law, which applies to the Internet”… Apart from [issues of]
political partisanship, journalistic viewpoint or anonymity, the one thing I perceive is that the
arms of censorship are reaching out, and history tells us that they are usually utilized by the
ones in power, and rarely for good reasons. More than debating the merits of the case, it is
important to stay alert and be on guard. Thinking about it… wouldn't that be the role of the
State Prosecutors, and from the other side, of the media? There are
people who think censorship is something from the past - NaRua.org
Ao contrário do argumentado pelo Ministério Público, o Novojornal encontra-se
rigorosamente dentro da lei, inclusive com diretor-responsável registrado na DRT, detentor
do MTE nº 000311/MG, respondendo o mesmo por todas as matérias
não-assinadas publicadas no Novojornal… Dessa forma, comprovado está que
jamais existiu o anonimato argüido pelo MP-MG. Inclusive o diretor-responsável e o
endereço de sua sede encontram-se registrados no Registro.br, cadastro oficial de todos os
sítios da internet no Brasil. Continua
censurado por Aécio Neves o site ‘Novo Jornal' - Em cima da notícia
Contrary to the State Prosecutor's arguments, “Novo Jornal” was strictly under the
law, with it's Director in Charge registered at the Regional Labor Office, holding the MTE
nº 000311/MG, what puts him in charge of all the non-signed articles published at
“Novo Jornal”… That's how it is proved that there never was no anonymity as
stated by the State Prosecutors. NovoJornal's Director in Charge and it's address are also listed
at Registro.br, the official registry for all Internet sites in Brazil. NovoJornal
remains censored by Aecio Neves - Em cima da
notícia
Na revista digital NovaE, um longo texto do
blogueiro José de Souza Castro, o primeiro a
descobrir que o site do Novo Jornal foi tirado do ar
por ação da justiça, começa a detalhar o que ocorreu e faz o link entre
esse processo e o cerco que começa a se estruturar no Brasil contra a liberdades na rede
mundial de computadores:
“O governo de Minas parece que tinha muita pressa para resolver essa questão com
o Novo Jornal. Segundo O Tempo, “a Promotoria Estadual de Combate aos Crimes
Cibernéticos foi criada em Belo Horizonte em 16 de julho deste ano. Com o crescente
número de crimes praticados por usuários da rede, o MPE decidiu pela sua
implantação. A promotoria atua como um órgão de suporte aos
promotores de Justiça que atuam na área criminal e agiliza o atendimento às
vítimas”. E acrescenta, citando uma pessoa identificada como Vanessa Fusco: A
estratégia é agir proativamente no enfrentamento desse tipo de crime, que vem crescendo
principalmente com a chegada da banda larga às cidades do interior”. E conclui:
“Um projeto de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB) prevê a
tipificação da conduta dos crimes praticados na Internet”. (texto da
Novae)”
In NovaE digital magazine there is a long article from blogger
José de Souza Castro, the first to find out
that “NovoJornal” was brought down by a
legal action, where he starts to delve deeper in the details, which leads him to link this
particular process to the siege that is being engineered in Brazil against Internet liberties [the
Cybercrime
Bill]:
“The government of Minas Gerais seemed to be in a haste to settle this issue with
‘Novo Jornal'. According to ‘O Tempo', “the Cybercrime Combat State Prosecutors
was created in Belo horizonte on July 16th this year. In face of the rampant number of crimes
practiced by network users, the State Public Ministry has
decided for its deployment. The Cybercrime Prosecutor acts as a support to justice prosecutors
working on the criminal sector, and streamlines attendance to victims.” The newspaper adds,
quoting someone identified as Vanessa Fusco: “The strategy is to act pro-actively in
confronting this type of crime, which keeps growing mainly with the arrival of broadband to the
interior”. And concludes: “A project authored by Senator Eduardo Azeredo (PSDB) seeks
(or sought) to define and list the criminal acts performed on the Internet” (Novae's
text)”
The ‘NovoJornal's case is also showing that, despite what the constitution
provides on the matter of free speech, ‘anonymity' may play an important role as a
‘checks and balance' element in a democratic public space. The video below shows
NovoJornal's Director in Charge, Marco Aurélio Carone, answering why the articles on the
site have no attribution and are not signed. The interview was published on YouTube some weeks
before ‘NovoJornal' was censored.
If you've managed to follow along this far, you will surely want to watch the video
below, made by the Brazilian Daniel
Florêncio for Current.TV, and presented as “an investigation into the seemingly
increasingly curtailed press in Brazil”. But first, a blogger account to add context:
A reportagem de Florêncio ‘nasceu’ do documentário
“Liberdade, essa palavra“,
produzido em 2006 pelo então estudante de jornalismo Marcelo Baêta… Tanto o documentário
de Baêta quanto a reportagem do Daniel repercutiram na imprensa nacional e internacional (a
Folha e o Le Monde publicaram matérias sobre o caso), e geraram respostas incisivas dos
partidários de Aécio, que usaram a mesma ferramenta, o YouTube, para a defesa… Depois de ver
todos os vídeos relacionados ao caso (veja mais aqui), ficou a
pulga atrás da orelha: teriam os jornalistas realmente tirado os seus da reta no caso? Minas
Gerais, a censura e o estado de coisas - NaRua.org
Florêncio's report was ‘born' from the documentary “Liberdade, essa
palavra“ (Freedom, this word), produced in 2006 by then journalism student Marcelo Baêta… Both
Baêta's documentary and Daniel's report had repercussions in the national and international
media (Folha de Sao Paulo and Le Monde published articles on the case), that generated sharp
responses from Aécio's partisans, who used the same tool, the YouTube, for defense… After seeing all the
case's related videos (see more here), I was puzzled by
something: did the journalists really ‘take their asses off the line' in the case? Minas
Gerais, the censorship and the state of affairs - NaRua.org
You may want also to watch the video
response to the curren.tv's piece.
The viral spread of Internet participation across the Brazilian population is
producing quite a shaking across the established realms of media, politics and courts. But it is
exactly this kind of upheaval that generate the discourse necessary to the discovery of balanced
protocols for managing the contradictions revealed by the age of information. Stay tuned —
this is an ongoing process.
Após meses de especulações sobre a data definitiva, parece que a
plataforma de música do MySpace deverá ser oficialmente inaugurada a 15 de
Setembro. Quem o garante é Bruce Houghton do Hypebot. O mesmo rumor
já tinha sido veiculado anteriormente pelo Silicon Alley
Insider. No entanto, o serviço de música da rede social da News Corp.
deverá abrir sem ter um director executivo em funções.
Segundo o The
Deal, esse cargo deverá ser ocupado interinamente pelos próprios
patrões do MySpace, o director executivo Chris DeWolfe e o director de
operações (COO) Amit Kapur. O site irá usar a
infra-estrutura da Amazon para comercializar os downloads de MP3 sem DRM. Para
além, disso, os utilizadores também vão poder fazer o
streaming gratuito das músicas e comprar ringtones,
merchandising e bilhetes para concertos. O catálogo deverá incluir temas
da Universal Music, Sony BMG e Warner Music que irão contar com uma
participação nesta joint-venture com a subsidiária do conglomerado de
Rupert Murdoch. Apenas a EMI optou por ficar de fora.
A história do MySpace Music esteve sempre recheada de boatos. Aliás, tudo
começou em Fevereiro deste ano com um boato de que o MySpace se preparava para
lançar um novo serviço de música com o apoio das majors para
concorrer directamente com o iTunes da Apple, mas a confirmação oficial
só veio
no final de Março. A partir daí começou outra corrida incessante por
parte dos responsáveis do MySpace para encontrar alguém que quisesse dar a cara
pelo projecto.
Não acham muito estranho que há alguns dias atrás uma loja de discos
em Paris tenha decidido vender uma série de cópias de Death Magnetic, o
novo álbum dos Metallica, antes da data oficial de lançamento marcada para 12 de
Setembro e que a banda não esteja nem aí para este “vazamento”.
ainda para mais tendo em conta que em poucas horas o disco foi parar a inúmeros
sites de BitTorrent como o Mininova e o Pirate Bay?
Eu normalmente desconfio de teorias da conspiração mas neste caso existem
fortes razões para acreditar que o dedo dos Metallica esteve metido nisto.
Não terá sido uma iniciativa de marketing viral por parte dos
velhos metaleiros para mostrar aos poucos fãs que ainda lhes restam que eles
entenderam finalmente como funciona a Internet?
Com efeito, os precedentes históricos podem pelo menos dar azo a muitas
especulações. Senão vejamos: em Abril de 2000, os Metallica
instauraram um processo legal contra a Napster, o pioneiro programa de partilha de ficheiros de
música criado um ano antes por Shawn Fanning. Em poucos meses, a banda do
carismático baterista Lars Ulrich perdeu boa parte da sua legião de
fãs espalhados pelo globo que se sentiram ofendidos pela ganância de uma
banda que já tinha ganho milhões em discos vendidos e que parecia agora
apenas preocupada em ganhar outros tantos milhões.
Desde então, os Metallica lá descobriram que até podiam ganhar alguns
cobres com a venda de MP3 directamente a partir do seu site. Depois de alguns anos de um
braço de ferros com a Apple por a empresa impedir que os artistas autorizem apenas a venda
de álbuns completos na loja do iTunes, em Julho de 2006 o grupo
optou finalmente por permitir a venda de downloads de músicas individuais no
iTunes.
Em Abril deste ano, Lars Ulrich chegou mesmo a indiciar que os Metallica poderiam vir a fazer
algo semelhante aos Radiohead e dos
Nine Inch Nails, bandas que permitiram que os fãs descarregassem de borla os
seus mais recentes álbuns. Contudo, isso
não aconteceu e a banda chegou mesmo a desencadear uma zaragata com
os bloggers quando a sua empresa de management enviou
intimações a todos os que tinham publicado críticas dos disco com
base em audições prévias do disco enviadas a uma lista de selectos
convidados.
Esta semana, depois de Death Magnetic ter vazado Lars Ulrich concedeu
uma entrevista a uma estação de rádio de São
Francisco que surpreendeu meio-mundo pois o baterista disse que que estava bastante feliz na
medida em que faltam muitos poucos dias para o lançamento oficial e que as fugas de discos
para a Internet são fenómenos corriqueiros nos dias de hoje.
Das duas uma: ou esta “fuga” foi totalmente orquestrada pelos Metallica e/ou
management, editora, etc. de modo a gerar um buzz positivo poucos dias antes da
estreia comercial do álbum ou então Lars Ulrich deve ter retirado algumas
ilações com o episódio recente envolvendo um blogger que
reproduziu nove faixas de Chinese Democracy, o novo álbum dos Guns N’
Roses, e acabou com o FBI a levá-lo para a cadeia.
Boa tarde garotas
Sábado delicioso por aqui...dia ensolarado , mas fresquinho.
Hoje cedo sai para fazer umas comprinhas....Achei umas blusinhas fofas.
A noitinha vou dar uma chegadinha na casa de amigos com o maridão.
Olhem que patinhos mais simpáticos. Espero que voces gostem.
Dá para fazer em feltro, em tecido. Usar em móbiles em capas de cadernos...
BEIJOCAS CARINHOSAS E UM BOM FIM DE
SEMANA A TODAS
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